Economista orienta sobre o que fazer para evitar dívidas neste início de ano!

Além das promessas, o ano novo traz também despesas com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e matrícula escolar. Depois de ter gasto o salário e as parcelas do décimo terceiro nas compras de fim de ano é preciso ter cautela para não começar o ano já endividado.

De acordo com a economista Eliane Alves, o ideal era que as pessoas tivessem guardado parte do décimo terceiro ou ainda ter feito uma reserva todos os meses para que agora pudessem pagar as dívidas sem problemas. “Para quem não fez isso e também não fez planejamento, essa é a hora. Muitos desses impostos são pagos também de forma parcelada. Não é o ideal, mas para aqueles que estão endividados e que não conseguem assumir essas dívidas e pagar a vista, uma das opções é pagar parcelado”, afirma.Sobre o pedido de empréstimo para quitar as dívidas, a especialista explica que esse não é o melhor caminho. “É uma alternativa, mas não seria o ideal. Para aquelas pessoas que gastaram muito em dezembro e esqueceram que vem essas dívidas e que também vem os impostos, o ideal, se não tem esse dinheiro, seria pegar um empréstimo de preferência consignado já que a taxa de juros é bem menor do que as demais, mas tendo consciência de que se esse empréstimo consignado for pego e não for feito esse planejamento para o pagamento das parcelas, será só mais uma dívida, então a pessoa estará trocando uma dívida pela outra.”

Segundo ela, as pessoas devem fugir de algumas armadilhas. “Primeiro, cuidado com o parcelamento, mas desde que a pessoa possa assumir a fatura do cartão conforme o vencimento, se for pra parcelar a compra e depois parcelar a dívida do cartão, isso vai sair muito mais caro. Cuidado também ao fazer o uso do cheque especial para assumir esses compromissos e não esquecer que essa alternativa tem uma das maiores taxas, mais de 150% ao ano.”

Sobre a economia na hora da compra do material escolar, Eliane Alves afirmou que a pesquisa de preços é fundamental. “Os pais não são obrigados a levar todo o material para a escola logo no início do semestre, então pode-se comprar parte do material e ir pagando até poder comprar o restante. É importante pesquisar sempre, parcelar – se for o caso – o uniforme, e lembrar que fora essas dívidas, no mês de março chegarão as dívidas com o Carnaval. Então se o consumidor não tiver cuidado ele pode se endividar muito no começo do ano. Outro risco que pode aumentar as despesas é levar as crianças na hora da compra do material, porque elas vão se encantar com os desenhos e não sabem quanto custam os sonhos delas, já os pais sabem”, orienta.

Fonte: G1

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